Come-cotas dos fundos exclusivos: o que fazer para fugir

13/05/2024 às 12:10

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Segunda

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Ricardo Lopes, Head de Family Office da Monte Bravo e Rodrigo Marcatti, CEO da Veedha Investimentos, analisam os impactos da tributação de fundos exclusivos nas estruturas de investimentos e na sucessão das grandes fortunas

Ricardo Lopes, Head de Family Office da Monte Bravo, analisa os impactos da tributação de fundos exclusivos nas estruturas de investimentos e na sucessão das grandes fortunas

A partir deste ano, os investidores de fundos exclusivos fechados terão de pagar come-cotas semestralmente, em maio e em novembro, perdendo o benefício do deferimento fiscal. Com a mudança, as famílias donas de grandes fortunas estão revisando suas estruturas para torná-las o mais eficiente possível. E os wealth managers estão analisando como fazer isso.

“Na primeira análise temos que olhar o que existe dentro desses fundos que faria sentido a gente tirar e automaticamente voltar a ter benefício fiscal da não tributação. O que é fundo de ações, FDICs e FIPs. Essas alocações não fazem mais sentido em fundo multimercado exclusivo que será taxado semestralmente”, afirma Ricardo Lopes, Head de Family Office da Monte Bravo Corretora, ao Wealth Point do NeoFeed.

Confira no NeoFeed: clique aqui.

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